daqui a um mês, em Maputo
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
BRAZZAVILLE
O documentário "Dimanche à Brazzaville" apresentado pela moçambicana Tania Adam no blog África no es un país.
Todo o artigo pode ler-se aqui.
"Brazaville, con 1,5 millones de habitantes, es la capital y
la ciudad más importante de la República del Congo. Situada a orillas
del río Congo vive a la sombra de Kinshasa, capital de R.D. del
Congo, una megalópolis con diez millones de habitantes que se encuentra al otro
lado del río y nutre económica y culturalmente a la pequeña Brazzaville.
La ciudad verde que acogió a Charles de Gaulle cuando era la capital
la “Francia libre”, ha dejado de serlo para convertirse en el “Brazzaville
basurero”, en el imaginario porque se puede parecer a muchas otras ciudades
africanas, pero gran desconocida para muchos.
Comparte con su
vecina Kinshasa el patrimonio de la S.A.P.E. (Societe des Ambianceurs et
des Personnes Elegantes), el catch africano y el hiphop. Asuntos
atractivos para seres curiosos, como Enric y Adrià, que ávidos de ofrecer una
imagen diferente del continente, cogieron sus bártulos rumbo al Congo:
“Queríamos mostrar el África urbana, que no sale tanto en los medios
occidentales, desde una óptica no paternalista que repitiera los discursos de
siempre. La ciudad era el punto de partida; nos daba juego, porque nos permitía
dejar patente que pese a las diferencias de recursos e infraestructuras la vida
urbana puede ser parecida en cualquier lado”.
Todo o artigo pode ler-se aqui.
sábado, 6 de outubro de 2012
ESTRANGEIROS
Depois
de muitos debates sobre migrações, legais e ilegais, fluxos de pessoas e trocas
inerentes, resta ainda espaço para falar “dos de fora”. Porque a aldeia que se
diz global continua a classificar dicotomicamente os seus habitantes: “os de
dentro” e “os de fora”. Este estatuto, que parece exclusivamente geográfico,
tem também um eixo temporal que retira a pátria aos “de dentro”, se estes
permanecem muito tempo fora. Quando regressam, ou quando chegam, passam a ser
olhados como “de fora”. São estrangeiros na terra natal.
![]() |
| Nedko Solakov |
Tomaremos as
linhas de perspectiva, de trajecto e de trabalho de alguns destes estrangeiros,
no caso seis artistas moçambicanos que estudaram e viveram ou ainda vivem fora
do país. E faremos a teia para a exposição que se há-de tecer.
REVISTA
O trabalho 3X4 de Camila de Sousa analisado por Álvaro Luís Lima na revista NY Arts Magazine.
I have yet to meet anyone who enjoys having ID pictures taken. Should one smile
at the camera or go for a serious look at the risk of having your picture
compared to a mug shot? In some areas of the world, these pictures are named
after their size, a mere “3x4” centimeters, whereas in others, they are called
“passport photos” or “document pictures.” Despite our expressive choices made
when photographed, most people dislike how those identification cards turn out
because of the distorted presentation of how one might like her image to be
perceived.
Pode ler-se tudo aqui
sábado, 29 de setembro de 2012
AUTENTICIDADE
Uma questão sempre em agenda. Aqui analisada com Yinka Shonibare MBE, artista de origem nigeriana, nascido em Londres.
"I don't feel I'm location-less, or colourless because if i do, I'm immediately denying myself very fundamental aspects of my own visibility. I don't subscribe to the notion of anonymity"
"I don't feel I'm location-less, or colourless because if i do, I'm immediately denying myself very fundamental aspects of my own visibility. I don't subscribe to the notion of anonymity"
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Kilombos
O documentário realizado por Nuno Vicente pode ser visto na íntegra aqui
"O
termo quilombo é uma herança dos povos da família linguística Bantú, em
particular das línguas Kimbundo (kilombo) e Umbundo (ochilombo).
O seu significado no Brasil é inseparável da história das rotas do comércio transatlântico de africanos escravizados.A repressão e as más condições a que estavam sujeitos levaram a que cada vez mais escravos, revoltados com a sua condição, fugissem das senzalas para locais remotos onde dificilmente poderiam ser recapturados pelos seus antigos senhores. A fuga de escravos originava pequenas concentrações em locais de difícil acesso denominados por quilombos ou mocambos.
Por toda a América do Sul, nomes diferentes identificaram estes coletivos de resistência: palenques e cumbes (Colômbia, Panamá, Perú), marrons (Jamaica), grand maroonage (Suriname, Guiana Francesa)."
O seu significado no Brasil é inseparável da história das rotas do comércio transatlântico de africanos escravizados.A repressão e as más condições a que estavam sujeitos levaram a que cada vez mais escravos, revoltados com a sua condição, fugissem das senzalas para locais remotos onde dificilmente poderiam ser recapturados pelos seus antigos senhores. A fuga de escravos originava pequenas concentrações em locais de difícil acesso denominados por quilombos ou mocambos.
Por toda a América do Sul, nomes diferentes identificaram estes coletivos de resistência: palenques e cumbes (Colômbia, Panamá, Perú), marrons (Jamaica), grand maroonage (Suriname, Guiana Francesa)."
domingo, 23 de setembro de 2012
CAETANO
"E eu, menos estrangeiro no lugar que no momento
Sigo mais sozinho caminhando contra o vento
E entendo o centro do que estão dizendo"
O Estrangeiro - Caetano Veloso (1989)
Sigo mais sozinho caminhando contra o vento
E entendo o centro do que estão dizendo"
O Estrangeiro - Caetano Veloso (1989)
sábado, 22 de setembro de 2012
REGRESSO
Insistindo na fórmula de exposição de arte contemporânea em espaços não formais, numa lógica de circuito pela cidade, um novo grupo de artistas fará em Dezembro a terceira versão das OCUPAÇÕES TEMPORÁRIAS na cidade de Maputo.
A partir da palavra ESTRANGEIROS as OTs 20.12 começam a preparar-se
segunda-feira, 21 de maio de 2012
CORPO
Promovido pelo Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA), em parceria com a
CML, a exposição Woundscapes pretende oferecer ao público a
oportunidade de percorrer diferentes trajectórias, que revelam espaços-tempos
de exclusão e integração, de afastamento e participação, de denúncia e crítica,
de abandono e liberdade, de isolamento e amizades: um território marcado por
percursos reais ou imaginados em que se cruzam, vivem e interagem crianças de
rua, jovens, imigrantes e instituições, serviços, terapeutas e profissionais do
sector social.
Para ouvir mais aqui
sexta-feira, 20 de abril de 2012
MORA
Estação Imagem|Mora é o concurso anual de fotojornalismo que pela terceira vez se realiza, em Portugal.Este ano o 1º prémio da categoria Retratos foi atribuido ao Moçambicano Filipe Branquinho, com a série Ocupações que pode ser vista na integra aqui
OCUPAÇÕES
"Moçambique tem uma área de 799,380 KM². Este território, está ocupado por homens e mulheres, crianças e velhos, nacionais e estrangeiros, católicos e muçulmanos, zions e ateus, doentes e sãos, famílias e órfãos, patrões e empregados, pedintes e doadores, justos e bandidos.
"Moçambique tem uma área de 799,380 KM². Este território, está ocupado por homens e mulheres, crianças e velhos, nacionais e estrangeiros, católicos e muçulmanos, zions e ateus, doentes e sãos, famílias e órfãos, patrões e empregados, pedintes e doadores, justos e bandidos.
Esta serie de 12 retratos é um mosaico que ilustra a ocupação territorial, social e imagética de um país. O espaço tomado pelo individuo, a sua presença na paisagem e no tecido social são a materialização da sua existência. De igual forma, o retrato materializa códigos e valores associados à sua imagem e ao seu desempenho. O trabalho ou o passatempo fazem pose no corpo do retratado e o que a lente fixa são todas as singularidades de um ofício encarnadas pelo melhor modelo: aquele se ocupa do seu exercício." Filipe Branquinho
quarta-feira, 18 de abril de 2012
BESPHOTO
Mauro Pinto venceu ontem a 8ª edição do Prémio BESPHOTO.
A exposição dos quatro artistas finalistas estará em Lisboa, no CCB, até 27 de Maio e depois irá para a Pinacoteca em S. Paulo, com inauguração a 16 de Junho.
O que desenho nesta proposta não é um mapa, não são somente as linhas limítrofes da cidade de cimento e da Mafalala, ou a topografia de tecido urbano com a especulação imobiliária que pulsa. O que trago para aqui é uma certidão de nascimento narrativa, pessoal e colectiva. É uma árvore genealógica descrita nestes móveis, nesta luz, nestas bugigangas, pertencentes a estes negros, mestiços, emigrantes, imigrados, resistentes.“Dá licença” passa assim a ser uma interjeição afirmativa para iniciar um relato e afirmar uma existência.
Mauro Pinto
segunda-feira, 2 de abril de 2012
MAPUTO
Em Fevereiro de 2009 Oslo recebia a exposição "Maputo - A Tale of One City" que depois haveria de percorrer toda a Noruega.Sobre os trabalhos e os artistas escrevia-se aqui
Depois de em Dezembro passado ter estado em Harare, a exposição chega agora ao Museu Nacional de Arte em Maputo, onde poderá ser vista até ao dia 3 de Junho, e conta com actividades paralelas levadas a cabo também pelas curadoras da exposição: Bisi Silva, Marianne Hultmann e Daniella van Dijk Wennberg
terça-feira, 13 de março de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
FANZINE
Um colectivo criativo de residentes em Maputo ocupa a casa amarela na Av 24 de Julho e edita com festa, amanhã 25/2 às 18h o primeiro número de um fanzine com criações de 24 autores."A bastidores é de edição independente e sem fins lucrativos. Do contexto urbano da cidade de Maputo, distrito de Kampfumo, e da necessidade de estimular a colaboração — de motivar a expressão artística e a pro-actividade colectiva — surge esta iniciativa. Este instrumento pretende desafiar os limites da imaginação, gerar debate e alimentar a sobriedade crítica, desmedidamente.
Como tema desta edição primeira da bastidores, dada a necessidade de incentivar um espírito de mudança, movimento e desenvolvimento, o termo transporte abre espaço para estudo, contém várias perspectivas comunicativas e consequentemente permite várias interpretações. "
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
ALDA
"O que se conhece ou se imagina, em 2011, no momento em que escrevo este texto, sobre a arte e os artistas de Moçambique? Quantos coleccionadores, curadores ou investigadores se interessam pela arte e pelos artistas deste país da África Austral? O que reflecte o trabalho dos seus artistas? Que artistas são conhecidos? Quantos artistas de Moçambique ambicionam mostrar o seu trabalho fora de Moçambique?"Começa assim o ensaio de Alda Costa, que no seguimento do que foi o seu estudo de Doutoramento em História de Arte, reflecte sobre a Arte e os Artistas em Moçambique. Para ler, aqui e aqui.
domingo, 22 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
SELVAGENS
Se o destino for Paris, então talvez se possa fazer uma paragem neste cais http://www.quaibranly.fr/ e descobrir a exposição "L'invention du sauvage"
"Peintures, sculptures, affiches, cartes postales, films, photographies, moulages, dioramas, maquettes et costumes donnent un aperçu de l’étendue de ce phénomène et du succès de cette industrie du spectacle exotique qui a fasciné plus d’un milliard de visiteurs de 1800 à 1958 et a concerné près de 35 000 figurants dans le monde. À travers un vaste panorama composé de près de 600 oeuvres et de nombreuses projections de films d’archives, l’exposition montre comment ces spectacles, à la fois outil de propagande, objet scientifique et source de divertissement, ont formé le regard de l’Occident et profondément influencé la manière dont est appréhendé l’Autre depuis près de cinq siècles."
"Peintures, sculptures, affiches, cartes postales, films, photographies, moulages, dioramas, maquettes et costumes donnent un aperçu de l’étendue de ce phénomène et du succès de cette industrie du spectacle exotique qui a fasciné plus d’un milliard de visiteurs de 1800 à 1958 et a concerné près de 35 000 figurants dans le monde. À travers un vaste panorama composé de près de 600 oeuvres et de nombreuses projections de films d’archives, l’exposition montre comment ces spectacles, à la fois outil de propagande, objet scientifique et source de divertissement, ont formé le regard de l’Occident et profondément influencé la manière dont est appréhendé l’Autre depuis près de cinq siècles."
domingo, 1 de janeiro de 2012
Questions
On Temporary Occupations
A collective of artists that isn't a group, an art exhibition that isn't in a gallery
Pre-Occupation,
Re-Occupation,
Dis-Occupation,
Post-Occupation,
Un-Occupation?
In its first appearance in 2010, Temporary Occupations presented itself as a collective exhibition of six independent exhibitions installed in alternative spaces. At the suggestion of Elisa Santos, artists Mauro Pinto, Gonçalo Mabunda, Gemuce, Pinto, Mudaulane and myself occupied Hotel Escola Andalucia, Clube Ferroviario, the Central Market, the Natural History Museum, a ruin on Eduardo Mondlane Avenue (instead of the originally intended Casa Coimbra) and Minerva Central bookstore respectively.Invitations to participate were based on the relevance of the discourse and the interest found in the different visual languages and techniques employed by each artist. The works on exhibit were thus the result of less than two months spent discussing and producing work that related to changes occurring in the city at the time.
Today, of the spaces that were occupied in 2010, Hotel Escola Andalucia is closed, the Central Market has undergone renovation, the ruin on Eduardo Mondlane is gone, Casa Coimbra is undergoing building work and Minerva Central has continued to establish itself in the IT market by opening more retail shops in Maputo province. The space that housed Gonçalo's exhibition Me when I was last, truly seems to be so, passively resisting the passing of time.
The role of the Occupations as a platform for dealing with issues that individual creatives identify and find relevant to deal with is more noticeable this year. Camila de Sousa's exploration of the body as vehicle of history and memory establishes a dialogue of similarities and differences when installed and viewed within the walls of the Faculty of Medicine of the Eduardo Mondlane University in Maputo. By making use of composition reminiscent of early photographic registrations in relation to the study of the body, the qualities of photography as a tool for control and cataloging are explored and questioned.
Camila invited the viewer to find her works in the corridors of the Faculty of Medicine. In order to see the work in the anatomy museum, viewers had to enter the room of bottled and once-alive specimen to find what could be seen as proof of life, albeit mediated and eerily suspended in time as it presents itself as a video play-back. The exhibition as a whole could be seen as a poetic exploration of incarceration – the images of these women's bodies, hiding their stories and truths, are exposed, perhaps freed even, whilst these
women remain imprisoned... that is, from this point of view.
This year's exhibition was curiously scheduled to open on the 11th of September, the day that according to Elisa "marks the fall of the inviolable security, the end of collective tranquility”. On the 17th, less than a week after this date, Adbusters are said to be responsible for initially staging the Occupy Wall street protests. As I write, Chilean students, backed by their teachers and parents, are going into a 7th month occupying schools and universities in defiance of a system where private institutions are said to be profiting from students whilst receiving state subsidies.
Azagaia, a rapper and designer placed excerpts of his lyrics on a wall inviting viewers to participate by sharing their opinions.The role of social and digital media and individual use of it is also particularly highlighted this year – other than being one of the methods of communication, organization and marketing of this project as a reaction and solution to limited and denied funding, it also has also become the subject of the multi-media
installation by Azagaia. The power of the immediacy and apparent sense of democracy and freedom of speech provided by social media today is placed in the spotlight for scrutiny. O Facebook do Jaimito works on different levels – highlighting and questioning the presence of the social networking platform, whilst also suggesting we give ourselves a moment to reflect on the local and international state of freedom of speech, including the role and complicity we all have as individuals
through the positions, influences and loyalties we hold.
Through this work Azagaia makes direct reference to Jaimito, a local musician whose hand-written protests, statements, occupation and presence on the sidewalk opposite Radio Moçambique could be seen to have validated the relevance, importance and necessity of the Temporary Occupations project this year.
Filipe Branquinho's contributions to Ocupações enter a second year, previously having worked behind-the-scenes to produce black and white photographs of the places and spaces we occupied. This year he exhibits
Occupations, a series of images that look at the different employment taken on by individuals in the city. During the weeks of the exhibition Filipe presented his series of 40 photographs on one of the windows leading into the gallery of the Association of Photography on Julius Nyerere Avenue. His proposal of a precarious 'walk-in movie' is complete with seating in the form of stools and chairs created and used by security guards working in and around the city.The portraits shown here expose a sensibility and ownership – on part of the photographer and the
sitters – a sincerity, that although does not expose details of the sitters' private lives, seems to hold evidence of a certain complicity and understanding between sitter and photographer/viewer. The fact that Filipe's projection could only be seen at night may be read as a slight provocation technically (it gives the images a high tened luminosity due to the projection, providing them with a slight ethereal tone), it gives a 'second life' to a gallery space that is usually inaccessible at night, occupying a space that is usually only available to artists that are able to adhere to its rental fees.With this in mind, we are very appreciative that the artist Sitoe allowed for his exhibition to also be temporarily occupied.
To write or draw on a wall, as opposed to paper on canvas, may appear as a decidedly vandalist attitude – or a reaction to the speed of transition of the times. Although not impervious to change, walls are expected to have a stronger chance of surviving tumultuous times. To paint on the walls of one's city can also be a way ofclaiming ownership, creating a reference where we feel our own presence reflected, as well as of diverting attention from what is behind the wall.Walls bear memories and scars of events until holes are covered, they are painted and a new era is ushered in. Washing powder, beer and celular network advertisements are still painted by hand on walls that are visible as soon as a visitor enters Maputo – a colorful backdrop to the lives and events they quietly bear witness to.
A big khanimambo to the students from the National School of Visual Arts (ENAV) that participated in the execution of this mural.
The insertion of drawings by Jorge Fernandes in the Scala Cinema bill-boards may revert one to the fantasy of cinema, specially the invention and discussion of conspiracy theories related to science fiction.
The artist is here presented simultaneously as thinker, actor, dreamer and public speaker, in a space that to some might recall their childhood and the mixture between fantasy, bewilderment and escapism offered by movies. In a similar way to the many realities that we witness and live second-hand through the big screen, in Oputam Jorge makes reference to what could be read as a fictional city or a parallel universe where imagery and symbolism related to religion, spirituality and science meet.The apparently logic, and the apparently irrational are joined in one space – appropriate when one imagines that this cinema has catered to all, from fans of karate movies, to those of bollywood romances to international film festival titles.
Temporary Occupations thus makes its contribution this year with an exhibition that aims to highlight the temporality, fragility, vulnerablity and adaptability of values, loyalties and kinship that we face today. Personally, this exhibition highlights the responsability we all hold as individuals to observe, question, denounce and communicate that which we find important to us. This year's installment has not provided any clear answers, if anything, it has raised more questions (and an eyebrow or two): what is this 'project'? Who is 'in charge'? What is its aim? What format does it take? How does one join this... movement of people?
Maimuna Adam
Santiago, 19th December, 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
PEQUENINOS
Há quem defenda que a melhor forma de se fazer ouvir num ambiente em que muitos falam em voz alta, é fazer o seu discurso de forma calma e em voz baixa.
Esta parece ser a lógica dos trabalhos de Isaac Cordal que podem conhecer-se melhor aqui
"Blink and you’ll miss it. Turning the urban landscape in on itself with installations that are almost to subtle to be noticed while passing by in an individualistic frenzy, Isaac Cordal uses the grey functionality of cement to question the lack of colour and vibrancy in so much of our lives through his tiny figures. Dealing equally with the virtual eradication of the natural world within the urban matrix, he homes in on the anonymity of city life, the numb lack of feeling and the blindness to the realities of others as bureaucracy and blandness penetrate a once organic fabric of life. "
Esta parece ser a lógica dos trabalhos de Isaac Cordal que podem conhecer-se melhor aqui
"Blink and you’ll miss it. Turning the urban landscape in on itself with installations that are almost to subtle to be noticed while passing by in an individualistic frenzy, Isaac Cordal uses the grey functionality of cement to question the lack of colour and vibrancy in so much of our lives through his tiny figures. Dealing equally with the virtual eradication of the natural world within the urban matrix, he homes in on the anonymity of city life, the numb lack of feeling and the blindness to the realities of others as bureaucracy and blandness penetrate a once organic fabric of life. "
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
20
20 é o número de dias que falta para encerrarem as candidaturas à bienal de Dakar. Todas as informações estão aqui.
Entre 11 de Maio e 10 de Junho a Dakart 2012 levará à capital do Senegal arte contemporânea africana e artistas, num programa que inclui exposições, debates, filmes e animação de rua.
As candidatura podem ser feitas até 20/12/2011. Só faltam 20 dias.
domingo, 27 de novembro de 2011
RUA

Street art, arte urbana, graffiti, pichagem, stencil, muralismo, vandalismo... Chame-se o que se quiser, ela está na rua. Em todas as cidades, em muitas ruas.
Há quem estude o assunto, quem ganhe dinheiro, quem se sinta ofendido,quem se glorifique, quem se indigne, quem pratique e quem aprecie. Não parece é haver indiferentes. Para acompanhar o que se vai passando poder ler-se aqui, aqui ou ainda aqui.
"Pregos, lã, rolhas de pipo, martelo, grosa, canivete, gis e um pequeno escadote. Está tudo.
É uma lista de compras invulgar para um artista de rua, mas a única que faz sentido para esta dupla que já fez trinta por uma linha no mundo da famosa "street art""
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
RESIDÊNCIAS
Em S. Tomé e Prince, mesmo na linha do Equador, estiveram Maimuna Adam e Mário Macilau em residência com artistas daquele arquipélago, de Angola, Cabo Verde, Guiné e Zimbabwe e ainda de Portugal, França, Brasil e Timor.
Pode ler-se sobre a bienal aqui
Jorge Dias esteve em Portugal, mais propriamente em Lagos, com o projecto Roots, também a trocar ideias com criadores de diferentes origens. O LAC que acolheu a iniciativa, pode conhecer-se aqui
Pode ler-se sobre a bienal aqui
Jorge Dias esteve em Portugal, mais propriamente em Lagos, com o projecto Roots, também a trocar ideias com criadores de diferentes origens. O LAC que acolheu a iniciativa, pode conhecer-se aqui
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
ABOVE
Mantém uma identidade anónima, assina Above e o seu trabalho pode ser visto aqui.
Tem cerca de 30 anos e dele conhece-se o trabalho, as intervenções políticas e sociais nas paredes e mobiliário urbano pela Europa e América do Norte. A sua mais recente intervenção foi no início deste mês na Florida.
GIVE A WALL STREET BANKER... from ABOVE on Vimeo.
Tem cerca de 30 anos e dele conhece-se o trabalho, as intervenções políticas e sociais nas paredes e mobiliário urbano pela Europa e América do Norte. A sua mais recente intervenção foi no início deste mês na Florida.
GIVE A WALL STREET BANKER... from ABOVE on Vimeo.
sábado, 12 de novembro de 2011
PARIS
Há 15 anos que o Grand Palais de Paris acolhe a Paris Photo.
A edição de 2011 termina a 13 de Novembro tem 23 países representados por mais de uma centena de galerias que apresentam o melhor da fotografia contemporânea.
Há eventos paralelos por toda a cidade entre eles a ocupação temporária, até 26/11 da Gare Paris-Nord com fotografia africana de Cape Town a Bamako
"Malick SIDIBE, Mikhael SUBOTZKY et Patrick WATERHOUSE, Seydou KEÏTA, James BARNOR et Nontsikelelo VELEKO. Gare du Nord devient un lieu d’expression culturelle et d’animation exceptionnel, pour des voyageurs devenus spectateurs de l’art qui s’offre à eux."
A edição de 2011 termina a 13 de Novembro tem 23 países representados por mais de uma centena de galerias que apresentam o melhor da fotografia contemporânea.
Há eventos paralelos por toda a cidade entre eles a ocupação temporária, até 26/11 da Gare Paris-Nord com fotografia africana de Cape Town a Bamako
"Malick SIDIBE, Mikhael SUBOTZKY et Patrick WATERHOUSE, Seydou KEÏTA, James BARNOR et Nontsikelelo VELEKO. Gare du Nord devient un lieu d’expression culturelle et d’animation exceptionnel, pour des voyageurs devenus spectateurs de l’art qui s’offre à eux."
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
HUGO
Foi o vencendor do prémio Seydou Keïta nos Encontros de Bamako. Há ainda mais cinco galardoados que podem ser conhecidos aqui. Pieter Hugo, fotógrafo Sul-africano que na próxima semana apresenta o seu Nollywood em Paris, pode ver-se completo aqui.
"Notions of time and progress are collapsed in these photographs. There are elements in the image that fast-forward us to an apocalyptic end of the world as we know it, yet the alchemy on this site and the strolling cows recall a pastoral existence that rewinds our minds to a medieval setting."
"Notions of time and progress are collapsed in these photographs. There are elements in the image that fast-forward us to an apocalyptic end of the world as we know it, yet the alchemy on this site and the strolling cows recall a pastoral existence that rewinds our minds to a medieval setting."
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
DURABLE
"Pour un monde durable" é a proposta de reflexão que os Encontros de Bamako fazem na edição de 2011.45 fotógrafos e 10 videastas estão a concurso e demonstram a urgência do tema. A mostra começa dia 1 de Novembro e pode-se saber tudo aqui
"En 2010, un grand nombre de pays africains ont fête le cinquantenaire de leur indépendence. Pour beaucoup cet événement a été le moment de dresser un bilan des acquis nationaux et de porter un regard critique sur les structures politiques et sociales et sur la répartition des richesses."
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
OBSERVATÓRIO
![]() |
| Filipe Branquinho - "Ocupações - Guarda de Prédio" |
Do que ali se tratará já se pode saber aqui
"A primeira apresentação do Observatório de África e da América Latina, resultante dos Workshops de investigação que o Programa Próximo Futuro concretizou desde 2009, no qual serão proferidas comunicações de investigadores ligados a universidades, centros de pesquisa e organizações não-governamentais."
terça-feira, 18 de outubro de 2011
BAUMAN
Zygmunt Bauman, sociólogo polaco, fala aqui dos Indignados e do que se pode esperar deste movimento que ocupa tantas praças.
Para ler. Até ao fim.
"No me pida que sea profeta", implora Bauman. "En algunos lugares, no en todos, el movimiento ha logrado conquistas importantes pero no es extensible a todos los países". Lo líquido sigue siendo válido para la previsión del porvenir. La modernidad líquida se expresa, obviamente, en su falta de solidez y de fijeza. Nada se halla lo suficientemente determinado.
Nada se halla lo suficientemente determinado. Ni las ideas, ni los amores, ni los empleos, ni el 15-M. Por eso teme que tal arrebato acabe también, finalmente, "en nada". No es seguro, pero siendo líquido, ¿cómo no pensar en la evaporación?"
Para ler. Até ao fim.
"No me pida que sea profeta", implora Bauman. "En algunos lugares, no en todos, el movimiento ha logrado conquistas importantes pero no es extensible a todos los países". Lo líquido sigue siendo válido para la previsión del porvenir. La modernidad líquida se expresa, obviamente, en su falta de solidez y de fijeza. Nada se halla lo suficientemente determinado.
Nada se halla lo suficientemente determinado. Ni las ideas, ni los amores, ni los empleos, ni el 15-M. Por eso teme que tal arrebato acabe también, finalmente, "en nada". No es seguro, pero siendo líquido, ¿cómo no pensar en la evaporación?"
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
OCUPANTES
Alastrou-se por todo o Mundo o exercício do direito de reclamar, de reivindicar, de fazer ouvir aos que governam o que pensam e sentem os governados: os Indignados, os Ocupantes, a Primavarea Árabe, o 12 de Março, o 15M.
Há uma solidariedade planetária que se estende e que torna este protesto comum.
sábado, 8 de outubro de 2011
PAZ
Ellen Johnson Sirleaf is Africa’s first democratically elected female president. Since her inauguration in 2006, she has contributed to securing peace in Liberia, to promoting economic and social development, and to strengthening the position of women. Leymah Gbowee mobilized and organized women across ethnic and religious dividing lines to bring an end to the long war in Liberia, and to ensure women’s participation in elections. She has since worked to enhance the influence of women in West Africa during and after war. In the most trying circumstances, both before and during the “Arab spring”, Tawakkul Karman has played a leading part in the struggle for women’s rights and for democracy and peace in Yemen.
Norwegian Nobel Committee
Oslo, October 7, 2011
Norwegian Nobel Committee
Oslo, October 7, 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
HINO
As eleições da nova Tunísia serão a 23/10/2011
Este é o hino, uma cantiga como uma arma, para sensibilizar a população para a participação e para a importância da sua voz.
Este é o hino, uma cantiga como uma arma, para sensibilizar a população para a participação e para a importância da sua voz.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
OBRIGADOS

"Tu, como porta voz!
Como portadora da voz!
Como produtora do nós!"
Não somos obrigados a agradecer ou a fazer listas de pessoas que se ocuparam connosco.
Não somos obrigados mas estamos gratos. E nomeando-os dizemos: "Obrigados!"
Ana Lúcia, Maimuna,
Oliveirinha, Mauro,
Celisa, Gemuce,
Cabrita, Sá,
Matteo, Briggit,
António, Donata,
Silvia, Nuno,
João, Inocêncio,
Ouri,Yass,
Paco, Pablo,
Vitória, Phill,
Jane, António,
João, Maria,
Panaíbra, Dunduru,
Sitoe, Marta,
Lúcia, Jorge,
Filipa, Tomás
E às mães, aos pais, aos irmãos e às irmãs,
namorados e namoradas.
Aos guardas, que às vezes foram anjos.
Aos amigos, que quase sempre nos guardaram.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
MAHALA
O jornalista Dave Durbach do site Mahala esteve em Maputo, viu a cidade, os jogos, os negócios e assistiu à inauguração das "Ocupações Temporárias 20.11". Pode ler-se tudo aqui
"Significantly, Mozambique's hosting of the continental showcase signifies the country ongoing evolution - from (1) being occupied by European and South African interests, to (2)reflecting this occupation trough events such as Ocupações Temporárias an to (3) ultimately hosting (a big difference to being occupied by) the rest of the continent - including its top athletes, dignitaries and journalists."
domingo, 25 de setembro de 2011
GRAFFITI
ShotB Hontm, hoje e amanhà ocupou de uma forma inédita a Avenida OUA na inauguração das "Ocpações Temporarías 20.11, deixando aos peões toda a prioridade.
Esta intervenção que ocupa 200m de um muro nos limites da cidade, não se encontra estática, fechada, terminada, está em curso, em construção. Com esta intervenção Shot-B retoma a tradição do muralismo, muito usada por nomes grandes das artes moçambicanas, como é o caso de Malangatana, também retratado no mural. Esta obra é a afirmação de uma nova geração que não rompe com os legados nem com as memórias, mas que numa linguagem própria relata o presente e exige visibilidade que é ao mesmo tempo um desejo de futuro, num discurso directo para um público assumidamente eclético.
Esta intervenção que ocupa 200m de um muro nos limites da cidade, não se encontra estática, fechada, terminada, está em curso, em construção. Com esta intervenção Shot-B retoma a tradição do muralismo, muito usada por nomes grandes das artes moçambicanas, como é o caso de Malangatana, também retratado no mural. Esta obra é a afirmação de uma nova geração que não rompe com os legados nem com as memórias, mas que numa linguagem própria relata o presente e exige visibilidade que é ao mesmo tempo um desejo de futuro, num discurso directo para um público assumidamente eclético.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
CORPO
"A primeira série problematiza o “regime de prevenção”, regime esse marcado pela inevitável constatação do encarceramento do corpo e pelo esvaziamento da fala.As imagens traçam o movimento do “quadriculamento” do corpo e da recusa do olhar. Entre culpa e inocência, entre o 3x4 da cela prisional, encontram-se espaço e corpo, objecto e cicatriz." Camila de Sousa
3x4
Camila de Sousa
Faculdade de Medicina da UEM
(Museu de Anatomia e Átrio da Aula Magna)
Conferência
Corpo, Ciência e Arte
Branco Neves | Camila de Sousa | La Ribot | Panaíbra Gabriel
Dia 22 Set 2011 | 14:00 | Aula Magna da Faculdade de Medicina
domingo, 18 de setembro de 2011
FICÇÃO
"O meu trabalho situa-se entre a ficção e a realidade. É entre estes dois territórios que eu crio. De cderta forma estou só a apresentar os últimos resultados da minha investigação. E devo recordar que, de uma forma geral, o produto é ficção. Mas eu lido apenas com a realidade. A diferença entre a "Big Picture" e o senso comun da realidade é de tal forma enorme que não tenho outra alternativa que não seja o uso de elementos de ficção na minha busca das verdades ocultas." Joge FernandesOPUTAM
Jorge Fernandes
Cinema Scala
(Av. 25 de Setembro)
Jaimito utilizava o que de mais precário se imagina para fazer ouvir a sua opinião, as suas dores. A instalação que durante semanas foi crescendo no passeio da Rua da Rádio foi retirada, mas o músico moçambicano continua a demabular por ali."No facebook do Jaimito" é mais do que a homenagem de Azagaia a Jaimito, é a chamada de atenção do artista para a responsabilidade de cada cidadão de usar, sem desculpas, o meios ao seu alcance para transformar o meio que o rodeia.
No Facebook do Jaimito
Azagaia
Pátio da Emose
(Entre Av. 25 Setembro e R. Joaquim Lapa)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
NOCTURNO
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"Sentir os que conhecemos, sentir a partir do ângulo em que nos conhecem, ocupando-lhes as posições, o ambiente, o lugar. Não se trata apenas do voyeurismo ou da excitação estética de fruir o outro e os seus contextos, trata-se de uma tridimensionalidade que passa pela experiência do todo através de retratos que nos dão a ocupação do espaço, (do território, da casa, do lugar) e a ocupação do tempo (a profissão, actividade, sustento)."
Ocupações
de Filipe Branquinho
Av. Julius Nyerere
(passeio da Assoc. Moçambicana de Fotografia a partir das 22:00 e até às 06:00)
de Filipe Branquinho
Av. Julius Nyerere
(passeio da Assoc. Moçambicana de Fotografia a partir das 22:00 e até às 06:00)
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
VISITAS
Nos dias 16 (sexta) e 19 (segunda) teremos visitas guiadas pela Camila de Sousa à exposição 3x4 na Faculdade de Medicina, entre as 10:00 e as 16:00.
"Muito educativo para estudantes de Medicina, História e Direito. Boa altura para reler Foucault. Não digam que não têm o livro. O "Microfísicas do poder" está na net todinho. Para descarregar à borla..." Yussuf Adam
Nota: Faculdade Medicina da UEM - Av Salvador Allende
"Muito educativo para estudantes de Medicina, História e Direito. Boa altura para reler Foucault. Não digam que não têm o livro. O "Microfísicas do poder" está na net todinho. Para descarregar à borla..." Yussuf Adam
Nota: Faculdade Medicina da UEM - Av Salvador Allende
sábado, 10 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
PRECARIEDADE
OCUPAÇÕES TEMPORÁRIAS 20.11 inaugurará no dia em que se celebram 10 anos sobre o ataque às torres de Nova Iorque, o dia que marca o fim do mito da inviolável segurança, o fim da tranquilidade colectiva.
Talvez o adjectivo mais apropriado para caracterizar o tempo que vivemos hoje seja centrípeto. A velocidade e a atracção para um centro que não escolhemos mas ao qual não podemos fugir, são as características mais evidentes de realidades inquestionáveis que ocupam o tempo contemporâneo como seja a circulação de pessoas, bens e doenças, a rapidez e amplitude de comunicação, o consumo, a pobreza. Em resumo: a globalização. Novos interesses parecem estabelecer-se e com isso novas ordens que alteram estruturas fundamentais como o trabalho, o parentesco, as relações sociais e até as identidades. Estes são os tempos da precariedade, do transitório, do temporário. O que acontecerá ao que sempre nos foi confortável e apaziguador, ao que sempre tivemos como definitivo, permanente, seguro? Voltará? Queremos que volte? Saberemos, poderemos, conciliar frenesi com eternidade? Resultado com paciência? Sucesso com memória?
As OCUPAÇÕES TEMPORÁRIAS 20.11 são elas próprias, por definição, precárias, tendo em conta os locais e condições em que se apresentam, mas na versão deste ano sê-lo-ão ainda mais, já que se apresentam assumidamente como uma proposta de reflexão pública sobre o tema. Esta reflexão terá um espaço de particular relevo nas actividades paralelas à exposição como sejam os encontros com artistas e o fórum a realizar em parceria com a Academia.
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